AgroPonte 2018: Está aberta a maior vitrine do agronegócio do Sul

AgroPonte 2018: Está aberta a maior vitrine do agronegócio do Sul

Com estrutura ousada e diversos atrativos, feira segue até domingo

Está oficialmente aberta a maior vitrine do agronegócio do Sul catarinense. Desta quarta-feira até domingo, o Pavilhão de Exposições José Ijair Conti, em Criciúma, será palco da 8ª edição da Feira do Agronegócio e Agricultura Familiar, a AgroPonte, que também traz a 6ª Exposição Estadual de Animais e a 3ª Edição de Bovinos Comerciais Venda Direta. Autoridades do setor, gestores do poder público e lideranças prestigiaram o evento que contou até com brinde.

São cinco dias de feira com mais de 250 expositores, 400 animais e diversas atividades; como palestras, seminários e workshops; julgamento de bovinos, integração e proximidade com o produtor e todo universo do campo. Tudo isso em uma estrutura dobrada em relação à anterior, com 25 mil metros quadrados. Para quem não recebeu o convite, o acesso custa R$ 5.

“Santa Catarina desmistificou a ideia de agricultura pobre. Nossas tecnologias, a diversidade, e a força de vontade do nosso povo, mostrou para o Brasil e para o mundo que somos capazes. E AgroPonte mostra muito isso. É um grande evento que une o meio rural e o urbano de maneira brilhante”,  pontua o secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies.

Para o diretor da NossaCasa Feira & Eventos e organizador da AgroPonte, Willi Backes, a cada edição da feira é dado um novo passo, de forma segura, na direção do crescimento, aperfeiçoamento e melhorias na forma e no conteúdo.

“Ela é resultado da união de esforços e de muitos envolvidos, dentre eles, anônimos. Aqui temos expositores com máquinas, colheitadeiras, tratores, equipamentos, tecnologias e insumos para a agricultura e pecuária, e, mais de 40 associações e cooperativas da agricultura familiar, com exposição de produtos alimentares oriundos das propriedades rurais catarinenses”, apresenta Backes.

Segundo ele, em mais de 80% dos 45 municípios do Sul catarinense, a agricultura familiar e a pecuária são as principais atividades culturais e econômicas, o que reforça a importância da AgroPonte.

“Aqui nasceu para o Brasil o modelo do sistema cooperativo para a eletrificação rural. Hoje o Sul possui a maioria das cooperativas para eletrificação e as cooperativas da agricultura familiar em funcionamento no estado catarinense. Aqui no Sul nasceu ainda a suinocultura e o gado leiteiro. Somos ainda o maior produtor de arroz e mel do Estado e de suma importância para a produção do peixe de água doce. Ousamos nesta edição e esperamos vocês”, convida.

“A AgroPonte é um evento integrador que proporciona vários links de oportunidades no setor produtivo e de consumo; movimentando a economia Sul catarinense de maneira eficiente”, acrescenta o presidente da AMREC e prefeito de Siderópolis, Hélio Cesa.

O prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, também enalteceu a AgroPonte como sendo um evento que fortalece a economia.

“Parabenizo o Willi Backes por todo o seu empreendedorismo e confiança em nossa cidade. São pessoas como ele, que nos fazem acreditar um Brasil melhor, com oportunidades e de crescimento em setores indispensáveis para  o desenvolvimento”, enfatiza.

Vacinação

Como a feira recebe um grande público, a Prefeitura de Criciúma promove nesta quinta-feira, 16, a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Poliomielite e o Sarampo. Pais que tiverem interesse, podem aproveitar a oportunidade para imunizar seus filhos contra as doenças. A vacinação acontecerá dentro da AgroPonte, das 14h às 22h.

 

 Confira a programação:

 

Quinta-feira

 

10h: Seminário com Secretários da Agricultura da AMREC (Auditório da Amrec)

 

14h: Abertura dos portões para acesso ao público (Pavilhão de Exposições José Conti)

 

22h: Encerramento das atividades do dia

 

Sexta-feira

 

10h: Palestra sobre Agricultura Familiar com Athos de Almeida Lopes Filho (Auditório da AMREC)

 

14h: Abertura dos portões para acesso ao público

 

14h15: Julgamento Bovinos Raça Angus (Arena de Julgamentos)

 

17h: Julgamento Bovinos Raça Zebu (Arena de Julgamentos)

 

22h: Encerramento das atividades do dia

 

Sábado

 

10h: Abertura dos portões para acesso ao público

 

10h05: 3º Seminário de Gado de Corte (Auditório da AMREC)

 

10h15: 1ª Exposição Oficial da Raça Crioula – julgamento morfológico (Pista externa de equinos)

 

12h: Confraternização dos pecuaristas (tenda externa)

 

13h: Venda final de bovinos comerciais e PO e PC Rústicos (Pavilhão Bovinos Com.)

 

22h: Encerramento das atividades do dia

 

Domingo

 

10h: Abertura dos portões para acesso ao público (Pavilhão de Exposições José Conti)

 

18h: Encerramento das atividades do dia

AgroPonte 2018: Com a palavra, os expositores

Parceiros destacam os benefícios da maior vitrine do agronegócio do Sul

A importância da Feira do Agronegócio & Agricultura Familiar, a AgroPonte, na avaliação de quem escolhe o evento para divulgar o seu produto: os expositores.

A estrutura, a aproximação, o acolhimento, o número de visitantes vindos de toda região e a prospecção de negócios são elencados como motivadores para fixar presença na maior vitrine do agronegócio, e de todo setor, do Sul catarinense.

Esta oitava edição começa nesta quarta-feira (15), às 17h, no Pavilhão José Ijair Conti, em Criciúma, e, engloba ainda a 6º Feira Exposição Estadual de Animais e a 3º Feira Bovinos Comerciais Venda Direta.

O presidente da cooperativa Nova Vida, José Barzan, vê na feira a oportunidade ideal para divulgar os produtos das 45 cooperativas, bem como aproximar o consumidor do produtor.

“Nesta edição também teremos a comercialização de derivados suínos, pois Criciúma já possui uma unidade certificada. Teremos ainda nossos estandes com os produtos orgânicos. Tudo isso e muito mais num só lugar. Quero aproveitar e convidar a todos para que se façam presentes e conheçam os nossos produtos e os nossos produtores”, convoca.

Estrutura diferenciada

O gerente de vendas da Sama Máquinas Agrícolas, Matheus Silva, conta que este é o sexto ano no qual a empresa marca presença na AgroPonte.

“Todos os nossos agricultores estarão aqui e não poderíamos ficar de fora. Queremos sempre aproveitar a melhor estrutura e é isto o que a AgroPonte nos oferece. Aliás, é uma estrutura totalmente diferenciada. Somamos 43 anos no mercado e queremos sempre proporcionar o melhor para o nosso cliente e este evento é o ideal”, aponta.

Quem também sempre aposta na AgroPonte, desde 2013, é a Sicredi Sul.  Para a assessora de Comunicação e Marketing da cooperativa, Giovana Pedroso, a feira vem se consolidando a cada edição e se fortalecendo como uma vitrine do agronegócio, da agricultura familiar e de exposição de animais.

“Acreditamos na AgroPonte. Ela nos aproxima do agricultor, dos visitantes, e nos posiciona como uma instituição cooperativa parceria do agronegócio e da agricultura familiar, o que aliás, a Sicredi vem fazendo há 115 anos. Este é o setor responsável por grande parcela do PIB nacional”, destaca.

AgroPonte 2018: Produtos orgânicos em evidência

AgroPonte 2018: Produtos orgânicos em evidência

Produtores de todo Sul catarinense se concentram na feira com o melhor do campo

Mesmo com a tecnologia, variedade e praticidade, o universo orgânico segue em constante crescimento. Colocar na mesa alimentos saudáveis, com procedência de ponta, fresquinhos e sem nenhum agrotóxico nunca esteve tão em evidência. A agricultura familiar se insere neste modelo de alimentação que estará exposta nos corredores da AgroPonte 2018. Nesta edição serão mais de 40 cooperativas, das quais representam quatro mil propriedades rurais de todo Sul catarinense.

Mais que alimentação saudável, a produção de orgânicos está diretamente ligada a um modelo agrícola consciente, com baixo impacto ambiental. Este estilo de produção é tido como o mais seguro para os agricultores, consumidores e meio ambiente, por não fazer uso de insumos agroquímicos, e, parece que a população já entendeu o recado.

Com crescimento girando em torno de 30% ao ano, a produção agrícola tem se destacado cada vez mais na agricultura familiar, responsável por 70% deste cultivo. Isto se deve, em grande parte, ao incentivo do poder público que, através do Ministério da Agricultura e de projetos focados neste segmento, consegue impulsionar esta cultura.

Atualmente, mais de 22% dos municípios brasileiros possui algum tipo de cultivo orgânico, sendo que o Sul do país é a região que menos produz, e eventos como a AgroPonte focam para reverter este quadro e valorizar ainda mais o produtor.

Presença confirmada

Da comunidade de Vila São Pedro, em Içara, para os corredores do Pavilhão de Exposições José Ijair Conti, em Criciúma. A agricultora Dalvacir Simoni Gabriel é referência regional quando o assunto está relacionado aos produtos orgânicos certificados. Além de atender as escolas e feiras de Içara, incluindo a feira de Criciúma, como estabelecimentos comerciais, ela atua com a entrega de kits, compostos por um mix de alimentos naturais e fresquinhos, para consumidores de toda região.

Pela terceira vez, Dalvacir marca presença na AgroPonte. “A feira é um incentivo para o nosso trabalho, nos traz ainda mais conhecimento, além de ser uma excelente forma de divulgação. O consumo de produtos orgânicos vem crescendo bastante. Meu filho, inclusive, estava empregado e voltou para o campo para me ajudar. Comecei a trabalhar com o fumo e plantando alimentos somente para consumo próprio. Foi crescendo e, quando vi, estava focada somente no ramo da alimentação”, conta.

No final do mês passado, Dalvacir recebeu o prêmio Destaque Verde, concedido pela Fundação Municipal de Meio Ambiente de Içara (Fundai), em reconhecimento ao trabalho realizado. Ela revela que o alimento mais procurado ultimamente é a cenoura baby orgânica. “Os pais estão usando bastante para as crianças”, complementa.

A cenourinha “da vez” e outras tantas variedades de legumes, frutas, hortaliças, dentre outros estarão disponíveis a partir da próxima quarta-feira (15) até domingo (19), na AgroPonte 2018.

AgroPonte 2018: Fomento extra à economia em diversos setores

Pesquisas indicam público que, pela primeira vez, visitou Criciúma por causa da feira

Além de possibilitar em 25 mil metros quadrados o mundo do agronegócio, a AgroPonte também assinala o compromisso com o fomento à economia de Criciúma em diversos setores. A oitava edição da Feira do Agronegócio & Agricultura Familiar, como também a 6º Feira Exposição Estadual de Animais e a 3º Feira Bovinos Comerciais Venda Direta traz para a maior cidade do Sul catarinense muitos visitantes em seus cinco dias de realização.

A expectativa para esta edição é superar mais de 100 mil pessoas entre os dias 15 e 19, tendo como palco o Pavilhão de Exposições José Ijair Conti, com mais de 250 expositores. Segundo o diretor da NossaCasa Feira & Eventos e organizador da AgroPonte, Willi Backes, nas pesquisas realizadas durante a feira, o que chama atenção é o público que, pela primeira vez visita Criciúma.

“E a cada ano aumentam os percentuais. De um público de em torno de 100 mil visitantes, cerca de 8% estiveram na cidade pela primeira vez e o motivo foi o evento. Ou seja, em torno de 8 mil pessoas vieram para Criciúma, consumiram em Criciúma, conheceram a cidade e o apelo foi a feira. Nada mais faz deslocar uma pessoa de uma região para outra do que um evento bem organizado, com novidades e variedades”, afirma Backes.

Ele observa ainda que muitas dessas pessoas vêm de cidades vizinhas. “São moradores da nossa região, do entorno, não de muito distante, que ainda não tiveram a oportunidade de estar em Criciúma. Pessoas vizinhas, mas que nunca estiveram na cidade. E o evento propiciou e provocou esse deslocamento de forma inédita. E o melhor: esses visitantes se surpreendem com o tamanho, com a organização, com a beleza, com o atendimento das pessoas, enfim com a cidade. Criciúma ganha muito com isso”, enaltece.

Backes lembra que a realização da AgroPonte incentiva o consumo, não somente do agronegócio, como de outros potenciais econômicos, movimentando a economia de modo geral. “E nada melhor para isso do que a realização de eventos como este. De uma forma rápida, dinâmica, com aglomeração de produção, de oferta, que haja um aumento de consumo e toda sociedade ganha. Não somente com o próprio consumo, mas também com a geração de contribuição social”, acrescenta.

O organizador da AgroPonte reforça a solidez da agricultura familiar, cada vez mais em evidência, retratada por mais de 40 cooperativas nesta edição. “Das quais representam, nada mais nada menos, que quatro mil propriedades rurais associadas que vivem e sobrevivem desta atividade. O que é muito representativo, não só para a região, mas para todo o estado de Santa Catarina”, exalta.

AgroPonte 2018: estrutura já começa a ser montada

A AgroPonte 2018 está ganhando forma. A estrutura já começou a ser montada no Pavilhão José Ijair Contir, em Criciúma. A novidade deste ano é que toda a área externa, aos fundos do pavilhão, será utilizada na feira.

A 8ª Feira do Agronegócio & Agricultura Familiar, como a 6º Feira Exposição Estadual de Animais e a 3º Feira Bovinos Comerciais Venda Direta começa no dia 15 e se estende até o dia 19 deste mês trazendo todo o universo do mundo do agronegócio.

Conforme o diretor da NossaCasa Feira & Eventos, Willi Backes, a estrutura já vem sendo montada com antecedência pois, além desta edição ser o dobro em infraestrutura em relação à interior, o trabalho de montagem se faz necessário para evitar contratempos, como as provocadas pelas condições climáticas, por exemplo.

“A ideia é deixar tudo pronto o mais rápido possível para que o nosso expositor já se sinta à vontade em trazer o que precisa e para a organização acertar os últimos detalhes para receber com o máximo de conforto os nossos visitantes. Estamos ousando nesta edição, em tamanho e qualidade”, afirma Backes.

Ao todo, serão 25 mil metros quadrados à disposição da feira, como em toda a área do pavilhão, que soma 15 mil metros quadrados, além de mais dez mil metros quadrados de área externa, que compreende todo espaço aos fundos até as proximidades do Fórum.

Nesta edição será construído um pavilhão especificamente para trazer os gados de corte. O público esperado para os cinco dias de AgroPonte é de mais de 100 mil pessoas, de todo Sul catarinense, que vão conhecer os mais de 250 expositores.

AgroPonte 2018: O elo entre o mercado e o consumidor

AgroPonte 2018: O elo entre o mercado e o consumidor

Secretário adjunto de Estado da Agricultura e Pesca destaca a importância do evento

A tecnologia, a aproximação e a valorização do agronegócio catarinense, em especial do Sul do Estado. Estes foram alguns dos pontos elencados pelo secretário adjunto de Estado da Agricultura e Pesca, Athos de Almeida Lopes Filho, acerca da Feira do Agronegócio & Agricultura Familiar, a AgroPonte.

A autoridade da pasta já confirmou presença e estará pessoalmente conferindo a exposição do mundo do agronegócio no Pavilhão José Ijair Conti, em Criciúma. Athos é engenheiro agrônomo, funcionário de carreira da Epagri e também atual diretor de Cooperativismo e Agronegócio da Secretaria da Agricultura.

“A AgroPonte é um orgulho para Santa Catarina e se preocupa em sempre trazer inovação. Ela expõe tudo o que é novidade e o que há de melhor, seja em produtos ou serviços. Além disso e de fundamental importância, a feira traz proximidade entre o produtor e o consumidor final e dissemina o conhecimento. É o elo”, caracteriza.

O secretário adjunto de Estado da Agricultura e Pesca lembra ainda que o agronegócio, no qual a agricultura familiar está inserida, está em constante evidência.

“Santa Catarina respira agricultura. É a nossa forte aliada econômica e o fortalecimento dela, com a realização da AgroPonte, por exemplo, é sempre muito bem-vinda. A feira é uma vitrine e uma parceira do agricultor. Ali ele recebe todo amparo necessário, incluindo pela organização, com envolvimento da Epagri, da Cidasc, e dentre outros órgãos parceiros”, acrescenta.

Athos enumera ainda tudo o que há em tecnologia, palestras, debates e demais formas de integração das quais a feira do mundo do agronegócio proporciona.

“A AgroPonte inova a cada edição e é o viés entre o mercado e o consumidor. É a melhor maneira de estreitar este relacionamento e dar ainda mais segurança em adquirir os produtos como valorizar nossa agricultura, nossa gente. Ali, o agricultor tem o que precisa para melhorar ainda mais seus serviços e, o consumidor, a oportunidade de conhecê-lo”, finaliza.

Edição 2018

A AgroPonte ocorre de 15 a 19 de agosto e sua infraestrutura dobrou em relação à edição passada. Serão 25 mil metros quadrados à disposição da feira e é esperado um público de mais de 100 visitantes nos cinco dias de evento.

Nela ainda está inserida a 6º Feira Exposição Estadual de Animais e a 3º Feira Bovinos Comerciais Venda Direta. São mais de 250 expositores englobando cerca de 40 cooperativas de agricultura familiar, das quais representam mais de 4 mil propriedades rurais associadas.

AgroPonte 2018: Ousadia e infraestrutura dobrada

Área interna e externa do José Ijair Conti será totalmente ocupada.

O mundo do agronegócio vezes dois. Ousadia é a palavra de ordem para esta oitava edição da Feira do Agronegócio & Agricultura Familiar, a AgroPonte. A infraestrutura do evento, que ocorre de 15 a 19 de agosto, no Pavilhão de Exposições José Ijair Conti, em Criciúma, dobrou em relação à edição passada.

Conforme o diretor da NossaCasa Feira & Eventos e organizador da AgroPonte, Willi Backes, serão 25 mil metros quadrados à disposição da feira.

“Estaremos não somente no pavilhão, que tem 15 mil metros quadrados, como em mais dez mil metros, que é a área externa. Todo espaço aos fundos até as proximidades do Fórum será ocupado com edificações de pavilhões. Nesta área não vai poder entrar nenhum veículo, a não ser para descarregar os animais”, descreve Backes.

Dentre outra novidade, está sendo construído um pavilhão especificamente para trazer os gados de corte.

“Estamos ousando muito. A cada ano vamos crescendo em termos de organização e de infraestrutura. Foram sete edições até então e sete experiências diferentes. A última contou com uma média de público de 100 mil pessoas, e, a perspectiva a cada ano é de que a AgroPonte não somente apresente novidades, mas que cresça no seu potencial”, almeja.

Backes associa a logomarca da feira, que é uma semente aberta, à constante evolução do evento do mundo do agronegócio que já se solidificou no calendário do setor, não somente do Sul catarinense como em nível de Estado. “E nesta edição, particularmente, demos um salto de tamanho e de qualidade que vai surpreender muita gente”, promete.

A AgroPonte apresenta ainda a 6º Feira Exposição Estadual de Animais e a 3º Feira Bovinos Comerciais Venda Direta. Terá mais de 250 expositores englobando cerca de 40 cooperativas de agricultura familiar, das quais representam mais de 4 mil propriedades rurais associadas.

AgroPonte 2018: Turismo rural integra comunidade com a natureza no Sul catarinense

Santa Catarina é um estado rico em belezas naturais. O turismo de um modo geral e o turismo rural têm crescido cada vez mais e têm colocado o estado como referência no assunto. Exemplo disso, é o Instituto Alouatta, que desde de 2005 realiza esse tipo de trabalho na região Sul catarinense, visando integrar a comunidade com a natureza de forma segura e consciente, tendo como princípios básicos, a preservação do meio ambiente e a segurança na prática das atividades.

“Estamos há mais de uma década trabalhando na articulação entre comunidade, instituições e poder público com foco no turismo de natureza que contempla o ecoturismo, turismo rural e de aventura”, ressalta o coordenador de projetos do Instituto Alouatta, Paulo Renato Cadallóra.

Um projeto que faz parte do instituto, é o Rotas do Aguaí, o primeiro roteiro catarinense elaborado entorno de uma unidade de conservação. A Reserva Biológica Estadual do Aguaí é uma unidade de proteção integral, gerenciada pelo Instituto do Meio Ambiente (IMA) e é a segunda maior do estado com 7.672 hectares. Parte dessa área está abrigada dentro dos territórios dos municípios de Siderópolis, Treviso, Nova Veneza, Morro Grande e, na sua parte superior, faz divisa com Bom Jardim da Serra.
“O turismo relacionado às áreas naturais é um dos que mais cresce no mundo. No Brasil, pela geografia e biodiversidade, tem se apresentado como excelente ferramenta na geração de emprego e renda para comunidades aliado com a conservação da natureza. O Rotas do Aguaí já tem resultados expressivos tanto na ativação de novos negócios, como pousada, por exemplo, bem como em ações de conservação da natureza”, explica o coordenador.

A unidade tem extrema importância para a conservação, pois integra a Reserva de Biosfera da Mata Atlântica. Além disso, possui expressivo manancial hídrico. “São cabeceiras, riachos e rios da Bacia do Araranguá, abrangendo mais de 45% da bacia de contribuição da Barragem do Rio São Bento, que abastece com água potável toda a região carbonífera do Sul Catarinense”, acrescenta Cadallóra.

O Roteiro tem o apoio das prefeituras que fazem parte da Reserva Biológica do Aguaí: Morro Grande, Nova Veneza, Siderópolis e Treviso e Bom Jardim da Serra. Conforme o Plano de Manejo da reserva sua área de entorno possui um grande potencial para prática de ecoturismo e turismo de aventura. “O principal objetivo deste roteiro que é levar as pessoas para terem experiências únicas ao ar livre de forma consciente e segura”, pontua.

Instituto Alouatta é um dos expositores confirmados na 8ª edição da Feira do Agronegócio & Agricultura Familiar (AgroPonte). O evento que acontece de 15 a 19 de agosto, no Pavilhão de Exposições José Ijair Conti, em Criciúma. “Quando lançamos o roteiro em 2013 apresentamos na AgroPonte daquele ano. Estávamos com um estande temático mostrando os atrativos naturais e as atividades já ofertadas nos municípios que compõe a rota. Nesta edição, estamos completando cinco anos de projeto e levaremos muitas novidades sobre a evolução do roteiro que temos certeza que todos vão se surpreender”, Cadallóra.

Para o diretor da NossaCasa Feiras & Eventos e organizador da AgroPonte, Willi Backes, o instituto agrega de maneira positiva o contexto da feira, que visa fomentar as qualidades do estado. “Santa Catarina é riquíssima em diferentes aspectos e o trabalho desenvolvido pelo Instituto Alouatta, com o Rotas o Aguaí é um belo exemplo de como o Sul do estado está buscando alternativas para o desenvolvimento sustentável das comunidades, gerando emprego e renda mas sem esquecer do meio ambiente que é o nosso bem mais valioso”, finaliza.

Expositores e organizadores definem detalhes da AgroPonte 2018

Expositores e organizadores definem detalhes da AgroPonte 2018

Feira acontece no mês de agosto, no Pavilhão de Exposições José Ijair Conti

Na contagem regressiva para o início da 8ª edição da AgroPonte, agricultores e pecuaristas se reuniram nesta terça-feira (3), no Salão Ouro Negro, no Paço Municipal Marcos Rovaris, para alinhar detalhes da realização do evento. A AgroPonte 2018 acontece de 15 a 19 de agosto, no Pavilhão de Exposições José Ijair Conti.

Cooperativas de 24 municípios estiveram presentes na reunião, que contou também com a participação da Epagri e da empresa organizadora da feira, NossaCasa Feiras e Eventos. Segundo o coordenador das associações da agricultura familiar da Epagri, Edson Borba Teixeira, a reunião foi para alinhar as questões burocráticas do evento. “Repassamos toda a questão de alvará, vigilância sanitária, para que tudo esteja em ordem. Estamos fazendo isso com 40 dias de antecedência”, enfatizou.

A AgroPonte engloba nesta edição a 8º Feira do Agronegócio & Agricultura Familiar, a 6º Feira Exposição Estadual de Animais e a 3º Feira Bovinos Comerciais Venda Direta. Serão 40 municípios representando as três associações de municípios do Sul catarinense, Amrec, Amesc e Amurel. Na ultima edição, mais de 100 mil pessoas passaram pelo centro de eventos nos cinco dias de feira.

De acordo com o diretor da NossaCasa Feiras e Eventos, Willi Backes, a edição deste ano terá o maior número de cooperativas de agricultura familiar. “Este ano teremos cerca de 40 cooperativas participando da AgroPonte. A feira será maior também em termos de estrutura, pavilhões e exposição de animais”, adiantou.

O agronegócio, a agricultura familiar e a pecuária a serviço da alimentação

O agronegócio, a agricultura familiar e a pecuária a serviço da alimentação

A feira acontece em área com mais de 25 mil metros quadrados edificados

O sul catarinense recebe de 15 a 19 de agosto a Feira AgroPonte 2018, evento que acontece em Criciúma e traz como foco o agronegócio, a pecuária e a agricultura familiar. Cerca de 250 empresas, entidades, associações e cooperativas da agricultura familiar, além de fabricantes, distribuidores, comerciantes e pecuaristas participarão dos cinco dias da Feira AgroPonte.

A feira acontece em áreas com pavilhões e externas, com mais de 25 mil metros quadrados edificados, e terá como foco produtos alimentícios certificados oriundos das propriedades rurais, máquinas, equipamentos, tratores, colheitadeiras, ferramentas, tecnologias e insumos para a produção. Também estarão presentes na AgroPonte bovinos PO (puro por origem) e PC (puro por cruza) de inúmeras raças, bovinos comerciais, equinos da raça crioula, caprinos, ovinos, aves exóticas e tradicionais, peixes, pássaros e coelhos.

Uma extensa programação técnica com realização de seminários, rodadas de negócios e palestras, possibilitará a transferência de conhecimentos e relatos de experiências que propiciam o desenvolvimento e crescimento das atividades relacionadas à agricultura familiar e pecuário no Estado de Santa Catarina. As iniciativas empreendedoras individuais e coletivas no agronegócio, agricultura e pecuária, nas pequenas e médias propriedades, na indústria e comércio, representam a principal atividade econômica para o Estado Catarinense.

O consumidor de alimentos terá na Feira AgroPonte oportunidade para comprovar a qualidade e tecnologia empregada na produção, reconhecida no Brasil e em países de todos os continentes.

A Feira AgroPonte, na sua 8ª edição, é uma ação continuada de organizações e entidades com atividades públicas e privadas, com metas e objetivos para a consolidação institucional e promocional do agronegócio, agricultura familiar e pecuária catarinense.